Abandono afetivo: pais que não participam da vida dos filhos podem ser responsabilizados?
Entenda o que mudou com a Lei nº 15.240/2025, que reconhece o abandono afetivo como ilícito civil.
Artigos sobre reconhecimento de união estável, direitos patrimoniais e abandono afetivo.
Entenda o que mudou com a Lei nº 15.240/2025, que reconhece o abandono afetivo como ilícito civil.
Entenda se ter um filho e morar junto é suficiente para a união estável, conforme decisão do STJ de outubro de 2026.